Como dica, este colunista alerta para o sucateamento da educação nesta administração. Além de edificações danificadas, cito o exemplo da má eficiência desta secretaria de educação, quando o assunto é inclusão para portadores de deficiência.
E o caso de um desses colégios, conhecido como Florestão, que pratica essa inclusão. Para se ter uma idéia do descaso, numa sala com 27 alunos, existe apenas uma única profissional que cuida e orienta esses discentes.
Como tenho pouco conhecimento sobre esse assunto conclamo a essa comissão responsável por coordenar e acompanhar a elaboração do trabalho, e todas as instituições que vão participar do grupo de trabalho, que abordem o Decreto Federal 5296/2004. Legislação essa que determina, entre outras providências, que as novas tecnologias permitam a acessibilidade nos programas de internet e a produção de informação mediada por computadores para as pessoas portadoras de deficiências.
E que é claro associem a educação com a secretaria de Obras do município, cumprindo, outra determinação da lei em seu Art. 2º, capítulo I, que exige “ a aprovação de projeto de natureza arquitetônica e urbanística, de comunicação e informação, de transporte coletivo, bem como a execução de qualquer tipo de obra, quando tenham destinação pública ou coletiva”.
Em nível nacional existem 24,6 milhões de pessoas se declararam portadoras de algum tipo de deficiência física ou mental que impõe limitações a atividades rotineiras, segundo o censo de 2000, feito pelo IBGE, aguardando que municípios brasileiros cumpram a lei.