Desde a abertura de mercado estrangeiro no Brasil, no governo Fernando Color de Melo - nos anos 90, as organizações (empresas) começaram a investir aumentando sua estrutura em maquinários. Daí originou todo o processo de construção de um marketing forte, com estratégias elaboradas.
Dentro deste contexto gostaria de repassar alguns conhecimentos para que o consumidor aprenda como agregar valor a um produto e quais são as obrigações das Sociedades Organizadas (empresas) com seus clientes na realização de uma transação financeira ou prestação de serviço.
O primeiro exemplo são as chamadas “promoções” no comércio. Que na verdade são ofertas ou liquidações, que fazem parte do processo de Marketing Promocional.
Vou utilizar inicialmente um exemplo sobre compras efetuadas por este comentarista.
Após ter sido convencido pela minha esposa, resolvemos trocar a mesa da sala de jantar por uma de seis lugares. Procurei a loja Unilar, com sede em Santo Amaro da Imperatriz e filial em São José – SC.
Como já realizei várias compras neste estabelecimento, acreditando que se tratava de uma boa “Promoção”, fiquei indignado com a compra.
A base da mesa, em madeira vistosa e trabalhada, não acomoda corretamente nossas pernas, em três dos seis lugares existentes. Se trocassemos a mercadoria sairia da “Promoção” e teríamos que pagar a diferença do preço normal, R$ 700,00. Chamo isso de safadeza.
Fiquei com a mesa, mas na próxima compra nenhuma vendedora vai me enrolar novamente. Isso chama-se frustação na compra.
Já fidelização do cliente nesta empresa está longe de acontecer. Falta treinamento dos colaboradores e respeito do proprietário da loja.
Comprei por desejo, mas minha realidade era de necessidade, por isso consumidor fique de olho nestas “Promoções furadas”. O arrependimento poderá custar caro no seu orçamento!
Para Peter Drucker, o pai da administração moderna, “somente uma coisa é certa no mundo corporativo: a incerteza”.
Até a próxima...