Casan é denunciada por poluir o Rio Araújo em São José-SC
Capa - 09/06 - 15h13min
Coluna: Direto do Leitor – Redação
O Instituto Mangue Vivo protocolou dia 08/06, no MP, Comarca de SJ denúncia contra a Casan, por prática de Crime Ambiental.

O Instituto Mangue Vivo (IMV) protocolou nesta segunda-feira (08/06), no Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC), Comarca de SJ denúncia contra a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN), e seu representante legal Sr. Walmor de Luca, por prática de Crime Ambiental.
A assessoria do IMV declarou que um abaixo-assinado foi organizado pelos dos moradores e comerciantes, próximos à Rua Josué de Bernardes, altura do nº. 540 e arredores, onde afirmam que a empresa vem jogando esgoto diretamente no Rio Araújo. N local foi instalado uma estação de captação de tratamento, que tem por objetivo coletar, tratar e bombear o esgoto recolhido das regiões dos bairros Kobrassol e Campinas para Potecas será?
No ano passado o Instituto já havia denunciado as condições de poluição do Rio. O fato resultou em inquérito instaurado pelo MP, mas desde então nada tinha sido comprovado.
O monitoramento dos ambientalistas contatou comprovou as irregularidades, documentando com fotos, filmagens e coleta da água diretamente de uma saída localizada embaixo da unidade que demonstraram claramente o que vinha sendo apontado pelos moradores. O laudo técnico com os resultados da poluição é alarmante e demonstra claramente a prática do crime ambiental
A poluição não se restringiu apenas a incompetência dos órgãos públicos em fiscalizar o crime.
O rio que faz divisa com os municípios de Florianópolis e São José, recebe também diversas ligações clandestinas de residências e empresas instaladas no local. Dês de a nascente do rio: No alto do Bairro Bela Vista, deságuando na Beira-mar do município.
Um estudo feito pelo Instituto Mangue Vivo, em 2004, revelou que cerca de 10 postos de combustíveis, 36 oficinas mecânicas, uma garagem de ônibus e 10 pontos de lavação manchavam todos os dias o córrego com óleos, graxas e outros produtos tóxicos.
A luta de alguns deveria ser cobrada por toda população Josefense, a cidade é de ninguém, mas você vai continuar a morar nela.
Redação
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