SAN FRANCISCO – Steph Curry pode estar longe do pódio pós-jogo após a vitória de quinta-feira à noite sobre os Knicks, mas o time não espera que seu jogador da franquia perca nenhum momento.
“Steph, ele é bom, sim. Ele é bom (para jogar amanhã contra o Hornets)”, disse o técnico do Warriors, Steve Kerr, após o treino de sexta-feira.
Os Warriors venceram 10 das últimas 14 partidas e, como sempre, Curry tem sido uma grande influência na sequência de resultados positivos.
Ele teve média de 26,9 pontos por jogo e 6,2 assistências por noite durante esse período.
Embora Curry tenha evitado uma lesão grave, o mesmo não pode ser dito do atacante Gui Santos, que saiu da vitória contra os Knicks com uma torção no tornozelo esquerdo.
“Não jogarei amanhã e parece que não é uma torção muito grave, então darei uma atualização em alguns dias”, disse Kerr. “É uma grande perda, força, rebotes ofensivos, mas também tamanho, quando vamos para ele e Gary Payton II, normalmente jogaremos contra ele nos quatro ao lado de Draymond.”
Santos se tornou presença constante no rodízio nos últimos 10 jogos, com média de 3,2 rebotes em quase 16 minutos por jogo, um número que mostra o impacto que ele teve com suas jogadas rápidas.
Além do Santos, os Warriors deverão estar com força total para o jogo de sábado.
A importância da prática
Kerr é produto de outra época, a década de 1990, uma época em que as equipes treinavam regularmente mesmo no início da temporada. As equipes hoje em dia, com uma programação que raramente inclui os intervalos prolongados de dois a quatro dias que antes abundavam, praticam com muito menos frequência do que Kerr gostaria.
Portanto, durante os atuais oito jogos do time em casa, completos com um intervalo de um dia entre as denúncias, o técnico do Warriors fez questão de aproveitar a vantagem praticando com a maior freqüência possível.
Há uma boa razão para isso.
“Estamos mais atentos ao que fizemos durante 20 minutos”, disse Kerr. “Pode não parecer muito, mas é importante, só para esclarecer um pequeno detalhe, eles entrarão no jogo um pouco mais apurados com a nossa execução amanhã.”
Quando a equipe viaja, é muito mais difícil encontrar tempo para fazer esses treinos, então Kerr fica feliz em participar de alguns treinos quando a programação permitir.
Horford está encontrando seu ritmo
A longa homestand fez mais do que apenas dar à comissão técnica mais oportunidades de praticar juntos. Isso ajudou Al Horford a finalmente encontrar um ritmo que lidasse com lesões e limitações nos primeiros terços consecutivos da temporada.
“Na verdade, não estou pensando muito nas jogadas, estou apenas indo lá, fazendo jogadas e executando o que tenho que fazer”, disse Horford. “Você entra em uma rotina e consegue permanecer consistente, e é sempre útil evitar essas sequências, já que não posso jogá-las.”
Horford disputou os últimos seis jogos, sendo os últimos consecutivos do Warriors em 2 e 3 de janeiro, onde disputou o primeiro jogo e sentou no segundo. Ele fez 8 dos 23 triplos durante esse trecho.




